Os melhores (e piores) de 2007
Finalzinho de ano é hora de fazer balanço para saber o que foi bom e o que foi ruim no ano que está virando a curva, certo? Foi exatamente isso que o TV Guide fez, elegendo os melhores e os piores da TV em 2007. Vamos a lista!
As melhores
The big bang theory
Uma leve e hilariante sitcom com uma nova abordagem para uma estrutura batida: dois colegas de quarto que são jogados numa tensão pela sua desejável nova vizinha.
A nova abordagem, claro, é que ela se assemelha a uma versão de “Beauty and the Geek” (reality show em que 8 nerds moram na mesma casa que 8 beldades).
Johnny Galecki de “Roseanne” interpreta Leonard e Jim Parsons está hilário como Sheldon – eles são inteligentes, eles são estranhos e eles são absolutamente adoráveis. Kaley Cuoco co-estrela como Penny, a bela loira objeto do desejo que mora ao lado.
Chuck
Chuck Bartowski (Zachary Levy) é indiscutívelmente a nova cara da comédio da rede NBC. O técnico de computador torna-se a preocupação da NSA e da CIA quando suas informações são acidentalmente baixados para dentro do cérebro dele.
Agora que Chuck é propriedade do governo, os agentes John Casey (Adam Baldwin) e a sexy Sarah Walker (Yvonne Strahovski) devem manter os olhos nele durante suas perigosas missões secretas.
A série faz referências a Comic-Con (feira anual sobre quadrinhos realizada em San Diego), video games e Princesa Léia, então é um encaixe perfeito na rede que é responsável por “Heroes”.
Mas todos os espectadores conseguem se identificar os problemas comuns de Chuck, como ser o bom moço (que partilha uma química palpável com Strahovski) e o nerd sub-valorizado trabalhando para “o cara” numa loja de departamentos.
Damages
Um dos grandes hits do verão, “Damages” é um raro exemplo de drama de tribunal que realmente quebra o modelo televisivo com grande sucesso.
Com um elenco estelar, encabeçado por Glenn Close como a cruel advogada Patty Hewes, Ted Danson como o vilão Arthur Frobisher e Rose Byrne como a protegida de Patty, Ellen Parsons, a primeira temporada da controversa série foi igualmente chocante e fascinante.
Gossip Girl
Esta deliciosamente picante nova série da CW combinou os segredos da classe alta de “The OC” com os adolescentes sem supervisão e super sexuais do filme “Segundas Intenções”.
Coloque todo aquele dinheiro, moda, álcool e festas contra os que não pertencem àquela classe e você terá competição, traições e conflitos morais suficientes para encher as páginas das revistas de fofocas.
Não é nenhuma surpresa que estes colegiais sejam incrivelmente lindos, mas eles têm defeitos suficientes para ferir qualquer uma que se aproximar muito. Blake Lively, que interpreta a adorável, porém desejável, Serena, melhorou muito desde sua atuação no filme “Quatro amigas e um jeans viajante” e convence o público com seu comportamento quieto e habilidade de se colocar acima dos outros.
Quer mais? Uma misteriosa narradora (voz de Kristen Bell) chamada de Gossip Girl (garota fofoca ou fofoqueira em tradução livre), que não apenas nos deixa a par do que rola na vida destes adolescentes, mas também nos leva a tentação a cada semana.
Samantha Who?
A maioria das pessoas acha que “Samantha Who?” é o grande e esperado retorno de Christina Applegate a tela pequena, mas essa sitcom esquisita também ostenta um dos melhores elencos da temporada 2007.
Jean Smart, Barry Watson, Jennifer Esposito e Melissa McCarthy de “Gilmore Girls” marcam suas presenças como personagens malucos. A premissa é simples: uma garota perde a memória e fica chocada ao descobrir que era uma pessoa horrível. Ela decide consertar seus erros passados e descobrir quem ela quer ser.
O resultado é um show de gargalhadas, que explica porque essa série foi a primeira do ano a ganhar uma temporada completa.
As piores
Big Shots
Na superfície, essa série parece ser um sucesso, estrelando um grupo de caras charmosos (Dylan McDermott, Michael Vartan, Joshua Malina e Christopher Titus) com uma impressonante lista de genuínos sucessos na TV. Mas essa não é um deles.
“Big Shots” segue a vida de quatro poderosos amigos enquanto eles queixam-se e preocupam-se com seus negócios e amores numa tentativa de reinventar “Sex and the City” para o gênero masculino.
A série porém não encontrou seu público nem entre os homens, tampouco com as mulheres.
Bionic Woman
Exatamente o que nós precisávamos: outra série com personagens heróicos, icônicos e poderosos. Apesar do conceito de transformar humanos em lutadores biônicos sem o conhecimento deles é algo intrigante, não há muito mais nessa série da NBC que chutes e operações secretas.
É divertido ver Michelle Ryan, que interpreta a estrela biônica da série, em ação, mas sua “conversa durona” não convence e Isaiah Washington (ex “Grey’s Anatomy”) interpreta melhor um cirurgião.
“Bionic Woman” não é tão hardcore quanto gostaria de ser… mesmo com todas aquelas habilidades super-humanas.
Carpoolers
O inegavelmente adorável Jerry O’Connell encabeça essa formulaica sitcom sobre quatro caras que passam a se conhecer enquanto dividem o carro para ir e voltar do trabalho. E adivinha?
Eles são tão diferentes! Adivinha o que mais? Eles são diferentes de modo que compreendem os estereótipos suburbanos.
Nem uma paticipação especial da sexy esposa de Chris na vida real, Rebecca Romijn, pôde minimizar o desapontamento.
Ouça a segunda parte do nosso podcast especial de natal:
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vamos combinar que My boys tbm foi um dos melhores.
eu mal começei a assistir, eu já estou amando!!
mais meu comentario nao vale, por q eu nao sei se ele foi estreado em 2007, mais eu acho q foi..em fim! eu amo essa serie!!!!!!!!