• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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O Balanço da Greve

Aleluia, glória Deus! Assim diria a menina pastora se fosse fã de seriados! Pois é, a greve de roteiristas parece finalmente ter chegado ao fim após 14 semanas onde provocou perdas estimadas em US$ 2 bilhões.

E essa foi a pior de todas, com certeza! Essa coisa de globalização, sabe como é… A última greve do setor a chamar atenção acontecer em 1988, na época eu tinha só seis aninhos e me contentava em ver a Xuxa na TV aberta. Nesta a perda foi de US$ 500 milhões, ou seja, quatro vezes menos que a atual, apesar de ter durado seis semanas a mais.

Tem um órgão de nome difícil lá em LA (Corporação de Desenvolvimento Econômico de Los Angeles) que estima uma perda de US$ 733 milhões em despesas de produção, junto com mais US$ 1,3 bilhão que serviria para serviços de alimentação, floristas, motoristas, hotelaria, garçons, costureiros etc. Ou seja, não fomos só nõs que sofremos com a falta de episódios…

Mas porque a greve de hoje foi tão catastrófica se durou menos tempo? Bem, falando em tempo, podemos dizer que os tempos são outros, que tempo é relativos… bla, bla bla! Na verdade daquela época para hoje houve um salto nos lucros gerados por serviços de entretenimento que a gente não pode nem imaginar. Cinema e seriado são produtos tão consumidos quanto… Ah, sei lá! Petróleo? Haha, óbvio que falei brincando, apesar que no meu caso pode até fazer sentido, já q o carro é a álcool! :P

Mas não é só isso. O mundo era outro, os mercados eram fechados. Não foi em 88 que derrubaram o muro de Berlim? Sempre fui ruim de história… Mas o mundo ainda vivia um certo clima de divisão gerado pela guerra fria. Hoje não. Hoje tem MC Donalds na Rússia, na China. Ou seja, tem mais mercado para esses produtos, logo temos mais produções super elaboradas e mais caras para serem vendidas. A demanda aumentou.

Fora isso vale lembrar que em 88 só existiam três grandes canais de TV no EUA e não havia produção gerada por canais a cabo. Só para jogar o dado: Calcula-se que 46 programas eram exibidos somente em horário nobre quando a greve começou, isso contando as produções que ainda estavam sendo rodadas!

Cada episódio emprega cerca de 200 trabalhadores e custa uma média de US$ 3 milhões. Você não começa a sentir uma dorzinha no estômago por baixar os seriados? Eu sinto. E eu minto!

Produção

Mais dados para você: 17 comédias tinham iniciado sua produção no começo de novembro, cada uma a módicos US$ 1,5 milhão por episódio. E não tem essa de pague dois leve três!

Tem uma outra empresa da região de Hollywood, a FilmL.A, que afirma: a suspensão dessas séries custou para a cidade aproximadamente US$ 25,5 milhões semanais. Gente, é muito mais do que os nossos políticos ganham na loteria, mesmo quando eles ganham duas ou três vezes seguidas!!! Eles têm muita sorte, né?

Falando em loteria, vamos ver as coisas boas. Com o fim da greve a festa do entretenimento mais acompanhada do mundo sai da lista do apuro. A cerimônia de entrega do Oscar, marcada para o dia 24 de fevereiro, pode acontecer sem transtornos. Ainda resta esperar para ver. Ou não, né? Talvez a gente só espere…

O fato é que os líderes do Sindicato de Roteiristas dos EUA (WGA) anunciaram no domingo seu apoio unânime ao acordo firmado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP). Mas o que a gente quer saber é: vai ter 16 episódios de Lost?

A resposta ainda não veio. Por isso, voltemos aos fatos: Nesta quarta-feira vai acontecer uma votação entre os membros do sindicato dos roteiristas e eles vão decidir se o acordo é realmente apreciado de forma unânime. Não adianta o líder sindical dizer que é, nos EUA a gente tem que votar!!! Ainda bem que o sindicato fica em L.A., pq se fosse na Florida ia ser arriscado.

Se a decisão que esperamo for tomada na quarta-feira, 13, aí sim a greve estará terminada e a celebração tradicional do Oscar vai acontecer. Até aí, whatever! Nem ligo pro Oscar, quero saber de Lost!!!

Ah, lembrando que com a votação a favor de fim da greve, o texto do contrato ainda deve ser ratificado, o que pode ocorrer nos próximos dez dias. Enquanto isso eu espero que os produtores da ABC se pronunciem quanto ao seriado que eu mais quero ver este ano, pq é isso que me interessa!

Fonte: ego.com.br

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