• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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Ah, não! Outra greve…

Agora são os atores que ameaçam cruzar os braços

SAGO capítulo final da tumultuosa greve dos roteiristas já foi escrito, mas Hollywood está a mercê de outra catástrofe: uma greve estrelada por atores de TV e cinema.

Enquanto a indústria da televisão se apressou em trazer suas séries de volta depois que os roteiristas voltaram ao trabalho, a ameaça de não-renovação do acordo com os atores nos próximos meses, colocou os estúdios de cinema numa situação delicada.

Cineastas estão relutantes em lançar qualquer produção que pode não ser completada antes da expiração do contrato majoritário do Sindicato dos Atores de TV e Cinema (SAG) dia 30 de junho – uma data que está sendo tratada pelo sindicato como prazo para o início de uma greve.

Tendo em conta que uma típica filmagem dure 60 dias, mais tempo extra para folgas e possíveis necessidades de refilmar cenas, isso significa que poucos, ou nenhum estúdio grande, iniciará qualquer filmagem depois do final deste mês.

Pelo menos é isso que os experts da indústria andam dizendo: “a maioria dos estúdios não vai dar sinal verde para nenhum filme que tenha que estar em produção depois de 30 de junho”.

O nervosismo até mesmo fez com que a maior seguradora de Hollywood, a Fireman’s Fund Insurance Co, oferecesse aos estúdios apólices de “gastos de greve”, a primeira em sua categoria.

A tal apólice cobre gastos relativos a paralisação de filmagens por causa de greve, doença de um ator, danificação de equipamentos ou outras perdas inesperadas, que façam com que a produção tenha que continuar depois do dia 30 de junho.

Para se qualificar, um filme tem que estar agendado para terminar de rodar até dia 15 de junho e já estar coberto pela chamada “obrigação de finalização”, que assegura o financiamento do filme, caso ele não consiga ser completado dentro do prazo ou do orçamento.

CONCESSÕES DA GREVE

O próprio SAG procurou assistir, na terça-feira, produtores independentes menores com problemas em obter concessões especiais que os permitiria empregar atores do sindicato em caso de greve. Os produtores devem aceitar os termos de qualquer contrato interino que o SAG ofereça e qualquer acerto final com os grandes estúdios, que são inelegíveis para qualquer concessão.

O SAG já assinou vários “contratos de finalização garantida” e muitos outros pedidos estão pendentes, segundo fontes do sindicato.

Os nervos em Hollywood ainda estão em frangalhos depois das 14 semanas de greve feita pelos 10.500 roteiristas, que acarretou o cancelamento da maior parte da produção de TV e sabotou inúmeros projetos de filmes, deixando desocupados milhares de trabalhadores da produção e custou cerca de US$ 3 bilhões a economia local.

A greve só terminou em 12 de fevereiro, quando os dois lados chegaram a um acordo, no qual os roteiristas vão ganhar mais dinheiro pelo trabalho distribuido pela internet.

O Sindicato dos Atores compartilha muitas das exigências dos roteiristas, mas os 120.000 membros do SAG também tem suas próprias, como o fato de serem forçados a vender um produto através de seus programas de TV ou filmes.

Muitos em Hollywood acreditam que a fatiga com a greve já está grande demais para mais uma paralisação, mas quando centenas de milhares de dólares estão em jogo, os estúdios estão sendo precavidos.

Steven Spielberg, por exemplo, cancelou o início da produção de um filme da DreamWorks que estava previsto para abril. O filme trata do julgamento dos ativistas anti-guerra conhecidos como “Chicago Seven”, que aconteceu em 1968.

Michael Bay, o diretor do arrasa-quarteirão do verão de 2007, “Transformers,” está mantendo os dedos cruzados, enquanto ele e a DreamWorks mantém o início das filmagens da seqüência para o começo de junho.

“Se houver uma greve, nós paralisamos tudo, mas paralisar não é assim grande coisa”, Bay disse a revista Variety, explicando que ele esperava suavizar o custo de uma potencial interrupção conseguindo acordos especiais com fornecedores de equipamentos e estúdios de som onde ele poderia filmar sua obra.

Produtores independentes, que contam os financiamento de terceiros, não tem tanta flexibilidade, uma vez que os investidores exigem as tais “obrigações de finalização”, que as companhia de seguro não estão dispostas a fazer para filmes que não podem ser finalizados antes de 15 de junho.

Os contratos de finalização garantida oferecidos pelo SAG servem para ajudar cineastas independentes superar esse obstáculo.

PRESSÃO POR NEGOCIAÇÕES

Enquanto isso, os líderes do SAG estão sob pressão para iniciar as negociações com os grandes estúdios o quanto antes, criando tensões entre ele e sua “irmã”, a Federação Americana dos Artistas de Televisão e Rádio (AFTRA).

O presidente do SAG, Alan Rosenberg, que em sua campanha prometeu tomar medidas agressivas na mesa de discussões, insistiu que o sindicato não estará pronto para negociações oficiais até o início de abril.

Alguns líderes da AFTRA e do SAG da divisão de Nova York estão agitados para que as negociações comecem mais cedo, incluindo muitos atores famosos como George Clooney e Tom Hanks, que se encontraram com Rosenberg durante um jantar no mês passado. Eles e outros astros fizeram um anúncio de página inteira em jornais comerciais de Hollywood, convocando negociações imediatas.

E, recentemente, mais de 1.000 membros do SAG apresentaram a Rosenberg uma petição encorajando o sindicato a limitar qualquer votação em um novo contrato ou autorização de greve àqueles membros que trabalharam um número específicio de dias nos últimos seis meses.

Rosenberg disse que se opõe a esta idéia, mas que vai apresentá-la a diretoria do SAG em sua próxima reunião em abril.

Rosenberg e o diretor executivo do SAG Doug Allen, recentemente, sugeriram que negociações informais, como aquelas que abriram caminho para os contratos do WGA e DGA (Sindicato dos Diretores da América), já estavam em andamento. “Nós continuaremos a nos reunir com os chefes das grandes redes e estúdios enquanto nos preparamos para as negociações formais”, eles escreveram no memorando aos membros de 28 de fevereiro.

Fonte: Yahoo News!

 

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