• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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The Tudors e a Segunda (e sangrenta) temporada

A história do mais polêmico Rei da Inglaterra chega à segunda parte. Mas para alguns personagens isso não é lá muito empolgante, afinal: não é a sua cabeça é que está para ser degolada!

Natalie Dormer não conseguia esconder a histeria enquanto se preparava para interpretar os momentos finais de sua personagem (a Rainha Anne Boleyn) na série The Tudos, produzida pela Showtime.

A cena foi gravada durante o amanhecer, na afamada prisão de Kilmainham, em terrenos reais de Dublin. O local serviu como locação para representar a Torre de Londres, aonde a Rainha Tudoriana foi decepada em 19 de maio de 1536.

A atriz se mostrava um tanto perdida em sua linha de raciocínio quanto ao destino de sua personagem e também pela poderosa atmosfera da locação. Hoje a instalação funciona como uma atração turística, mas antes foi o local onde aconteceram várias execuções.

Quando a câmera começou a rolar a atriz de 26 anos se recompôs, encenando com toda a compostura que Anne tinha mostrado ter, enquanto aguardava pela lâmina de seus executores. Diferente da verdadeira Rainha, Dormer diz que foi ovacionada pela equipe que assistia a gravação ao final do ato.

Não é segredo algum que Anne perdeu a cabeça durante o comando de seu marido, o Rei Henrique VIII (Jonathan Rhys Meyers), evento que não deve acontecer antes dos dez primeiros episódios da segunda temporada desta série medieval, que estréia às 21h do dia 30 de março.

“A segunda temporada é sombria. É mais série… Envolve grandes questões, e, é claro, a maior delas é a reforma [da Igreja Católica na Inglaterra],” diz o criador, roteirista e produtor executivo da série, Michael Hirst.

“As pessoas podem ter considerado alguns fatores da primeira temporada um tanto leviano — um garoto de sangue real participando de orgias, ou saindo para caçar; levando uma vida sem responsabilidades enquanto (o Cardeal) Wolsey comandava o estado – isso tudo se foi,” explica Hirst.

Os novos episódios revelam um Henrique que faz graça sobre a Igreja e o Estado, e que começa a mostrar muitas de suas tendências como tiraro, tendências que acabaram dominando sua personalidade.

Hirst e Dormer consideram ótima a atuação de Rhys Meyers como Rei Henrique. O ator trouxe um certo ar crítico ao personagem histórico, porque ele fisicamente parece sombrio e fraco, diferente do robusto cortador de cabeças que o Rei Henrique foi de verdade.

“Ele não é ruivo, ele não é gordo, mas é o tipo de cara que Henry foi em essência – Um jovem carismático, que ganhou a atenção de diversas mulheres,” diz Dormer, que ao interpretar Anne pôde sentir de perto quais teriam sido as emoções vividas pelo Rei Inglês, do amor à indiferença.

“O Rei Henrique não enxergava barreiras. Ninguém poderia dizer a ele, que ele não poderia fazer algo,” comena Hirst. E se a série tiver mais temporadas, ele espera que o ator de 30 anos aceite o desafio de ficar ainda mais mosntruoso. Por agora, um Rei Henrique mais glamuroso está perfeito no corpo de Rhys Meyers, do jeitinho que o ator é.

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