• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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O Retorno de Battlestar Galactica para sua temporada final

Temporada final de BSG promete manter os fãs grudados na tela até o último episódio

BSGBattlestar Galactica está de volta hoje (às 22h no canal Sci Fi) e os novos Cylons estão entrando em contato com o seu robô interior. Preparem-se para grandes ataques de nervos!

No final da última temporada da ficção científica, quatro dos humanos colonizadores fizeram uma descoberta chocante de que eles são membros da raça cibernética Cylon. Em outras palavras, eles são seus piores inimigos!

Assim, quando BSG retornar para sua quarta e última temporada, espectadores vão acompanhar este quarteto —Coronel Saul Tigh (Michael Hogan), “Chief” Tyrol (Aaron Douglas), Sam Anders (Michael Trucco) e Tory Foster (Rekha Sharma) — lutando para entender suas novas identidades enquanto ficam escondidos no “armário”.

“Eles está nessa juntos, mas haverá muita divergência e desconfiança entre eles”, disse o produtor-executivo Ronald D. Moore. “Essas quatro pessoas, que nunca tiveram uma relação próxima uns com os outros, estão tentando entender o que diabos aconteceu. Será que eles são agentes sleeper? Quais são seus verdadeiros passados? E como eles vão lidar com isso daqui para frente? Isso vai resultar em muita animosidade”.

Cada um reage de maneira diferente a esta virada do destino. Tigh, o odiador de Cylon, “ficará em negação”, diz Hogan. “Isso o afeta tanto que ele vai para outra zona, onde ele enterra a situação da mesma forma que enterrou seu alcoolismo e outro vícios”. O bom menino Tyrol “tenta não ir ao fundo do poço sendo prático sobre o assunto”, Douglas nota. “Ele tenta dar sentido aquilo”.

Tory olha pelo lado bom. A personagem torna-se mais política na temporada 4, enquanto sua chefe chefe, Laura Roslin (Mary McDonnell), luta contra uma recaída do câncer. “Tudo está tão ruim para os humanos que Tory tenta abraçar ser uma Cylon de alguma maneira”, diz Sharma. “Eu acho que ela espera que os quatro possam ser a ponte evolucionária entre humanos e Cylons e que eles possam consertar tudo”.

Anders não tem pensamentos tão sublimes. “Para ele, é tudo uma grande dor de cabeça,” diz Trucco. “Anders é um legalista da pesada e um lutador da resistência, então ser um Cylon vai contra tudo que ele acredita. Ele é um herói sólido, mas isso libera seu lado mais negro”. E essa não é o único baque de Anders. Sua esposa, Kara “Starbuck” Thrace (Katee Sackhoff) retornará dos “mortos” nesta temporada e há uma desconfiança generalizada de que ela também é uma Cylon. “Anders tenta avaliá-la sem revelar seu próprio segredo”, diz Trucco. “Se ela fosse uma Cylon, seria ótimo tê-la como aliada dele. Mas se ele admitir que é um Cylon e ela não for, então ele estará ferrado”.

Onze Cylons agora já foram revelados, então quem será o 12º e último Cylon? Ao contrário da especulação dos fãs, Moore jura que não é nenhum dos primeiros humanos da série. Não é Starbuck ou a Presidente Roslin. Nem Admiral Adama (Edward James Olmos) ou seu filho, Lee (Jamie Bamber). Nem mesmo o sempre dúbio paquerador de Cylons Gaius Baltar (James Callis). “Mesmo que você chute corretamente, ainda será apenas um chute”, diz Moore. “Não há como alguém descobrir sem saber exatamente onde estamos indo com a última temporada”.

Como muita coisa ainda está para ser filmada, o elenco também não tem pistas. “Estamos no escuro, assim como os fãs,” Trucco conta. “Nós nem sabemos onde os quatro novos Cylons entrão na cronologia da raça. Somos predecessores? Viemos depois? Somos divinos?”

Douglas completa: “Até agora, no roteiro, não há múltiplas cópias de nós, como há dos outros Cylons, então talvez sejamos únicos. Será que isso significa que podemos morrer?”

E sobre a busca humana pela Terra? Moore promete que eles chegarão lá – quer dizer, aqui – antes da série terminar. Mas o que eles vão encontrar? Dinossauros? A Grécia antiga? George W. Bush? “Nós nunca revelamos nossa linha do tempo e isso tem sido uma peça-chave desde o começo”, diz Moore. “Qual é a conexão entre nós e os humanos de Battlestar Galactica?”

Douglas conclui: “O que sei é que tudo fará sentido quando tudo for finalmente revelado, porque não há nada melhor do que um fã de ficção científica desprezado”!

 

Ouça nosso podcast especial de março, falando sobre Six Feet Under

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