• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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A fora-da-lei de “Grey’s Anatomy”

Ellen Pompeo vai ao David Letterman e confessa seu crime de infância. Leia trechos da entrevista abaixo.

Ellen PompeoA estrela de Grey’s Anatomy, Ellen Pompeo, teve história de infância bem interessante para contar na sexta-feira no programa The Late Show with David Letterman.

Aparentemente, com apenas 15 anos, Ellen vendia vodka aos fãs de baseball no Fenway Park, o campo do time de Boston, Red Sox.

Sobre trabalhar tão jovem: “Eu me dava bem em Fenway quando eu tinha 15 anos. Havia muitos caras na vizinhança e sempre havia ótimas oportunidades de trabalho. Eles todos eram muito legais, inocentes e divertidos!

Como ela conseguia vender vodka em público: “Quando eu tinha 15 anos, um homem em particular me perguntou se eu gostaria de ganhar dinheiro. Ele disse: “Tudo que tem que fazer é vender raspadinhas do lado de fora do Fenway”. Eu pensei: “Isso parece fácil”. Eles me levavam até Fenway, colocavam-me na rua com um carrinho legal e um guarda-sol. Dentro do carrinho, havia dois sabores: limão e melância. E além desses dois sabores, havia uma raspadinha dentro de uma dessas grandes bisnagas de ketchup. Mas não havia ketchup ali, Dave. Havia vodka”.

Sobre como ela vendia seu produto: “Eu costumava dizer ‘Eu tenho um sabor de raspadinha especial aqui. Raspadinha especial!’ Normalmente, eu colocava um dose só, mas se eles me dessem um extra, eu colocava duas!”

Sobre não se sentir culpada por vender álcool: “Ouça, eu simplesmente dava a eles o que ele queriam. A minha fila era a maior. Devia haver uns 12 carrinhos de raspadinha na rua. Nenhum deles tinha fila. Eu era a única!”

Sobre a possibilidade de ser presa: “Eu poderia ter ido para cadeia, mas todos os policiais que estavam por lá pareciam não se importar. Eles claramente sabiam o que estava acontecendo. Eu dava raspadinhas para eles também! Você conhece esses policiais de Boston. Você viu o filme Os Infiltrados?”

Grey’s Anatomy retorna com novos episódios na quinta, dia 24 de abril na ABC.

Ouça nosso podcast especial de março, falando sobre Six Feet Under

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