• Especial do Mês:

    Baseada na série britânica homônia, a produção Queer as Folk (Showtime) traz a visão norte-americana do estilo de vida gay. A história se passa em Pittsburgh e é recheada com cenas de sexo, uso de drogas, romances, drama, amizade e amor.

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    Podcast Box Fechado - 014 - Golden Box 2

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    Apesar da história se passar em Pittsburgh, estado norte-americano da Pennsylvania, a série foi gravada em Toronto, estado de Ontario, no Canadá.

    O ator Peter Paige (Emmet) fez teste para o papel de Ted. Após o teste, ele educadamente pediu para ler o texto de Emmet. O diretor de elenco ficou tão impressionado com sua atuação que perguntou se ele não se interessaria em trocar de papel quando fosse voltar para fazer um teste com os produtores.

    Os produtores decidiram fazer o projeto após lerem um artigo no Los Angeles Times elogiando a aclamada versão britânica e dizendo que qualquer tentativa de americanizar aquela história não daria certo.

    No episódio piloto Michael está indo ao dark-room da Babilon, procurando por Brian. No caminho ele encontra outro amigo (que está transando) e diz "Hei Todd! Como vai?" e o cara responde "Tudo Bem!" Personagens diferentes perguntam a Todd a mesma coisa no primeiro episódio da segunda, quarta e quinta temporada.

    No episódio final da segunda temporada a abertura é alterada. Nesta nova aparecem três camisetas pretas com frases como "Deus me fez gay", "Eu [Coração] meu filho gay" e "Ninguém sabe que sou lésbica".

    Debbie veste uma camiseta com diferentes slogans em cada episódio.




    Gale Harold
    Hal Sparks
    Randy Harrison
    Peter Paige
    Scott Lowell
    Sharon Gless
    Thea Gill
    Michelle Clunie

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Detalhes do piloto de Dollhouse

Colunista do E! revela com exclusividade detalhes da nova série de Joss Whedon!

DollhouseEm sua coluna no E! Online, Kristin revelou ontem detalhes sobre o piloto da nova série do criador de Buffy, Joss Whedon e nós aqui do ::BoxFechado:: contamos tudo para vocês em bom português. Mas já avisamos: a matéria abaixo contém spoleirs, então se não quer ter suas surpresas estragadas, não continue lendo.

Como se chama o episódio-piloto?
“Echo.”

Sobre o que ele fala?
O título não mente: “Echo (Eliza Dushku) é uma jovem mulher que é, literalmente, a fantasia de todo mundo. Ela faz parte de um grupo de pessoas que podem ser “impressos” com pacotes de personalidades, incluindo memórias, habilidades, línguas — e até mesmo memória motora — para diferentes missões. As missões podem ser românticas, aventureiras, em campo, de levantamento, sexual e/ou muito ilegal. Quando não estão “impressos” com um pacote de personalidade, Echo e os outros ficam, basicamente, com a mente limpa, vivendo como crianças em um dormitório futurístico/dublê de laboratório, a Casa de Bonecas (Dollhouse), sem nenhuma lembrança de suas missões — ou quase nenhuma. A série gira em torno de Echo em seu estado “infantil” desenvolvendo sua consciência e seu desejo de saber quem ela era antes, um desejo que começa a infiltrar em várias personalidades impressas nela, o que a coloca em perigo em campo e no monitorado confinamento da Dollhouse.

Como é?
Dollhouse
é uma mistura dos filmes Identidade Bourne e Mulheres Perfeitas com um colégio interno, a Los Angeles neo-noir e o universo de Whedon. Em resumo: é irado, cara!

Se eu estivesse fazendo um trabalho escolar sobre Dollhouse, o que eu listaria como seus temas?
Identidade, determinação, livre-arbítrio é uma benção e uma maldição, a Data de The Next Generation é um grande personagem de TV, Eliza Dushku é sexy. O que? Ah, pelo menos, aqueles três primeiros são certamente temas.

Echo é apenas uma novo nome para Faith?
Negativo. Echo tem um capacidade para contemplação e consciência que Faith não poderia começar a abordar. Echo tem cerca de 48 faces diferentes para mostrar ao mundo, o que lhe dá uma bela vantagem para cima de Faith, que parecia variar, primariamente, entre raiva e desolação. No primeiro episódio, nós veremos que Echo é, essencialmente, como o Espantalho de O Mágico de Oz — “se pelo menos eu tivesse um cérebro” — mas ela, por outro lado, está toda equipada com alma, um corpo espetacular e um bom e destemido coração.

Quem é o nosso novo chefe?
Olivia Williams vai arrasar como Adelle Dewitt, uma administratora fria, cujas raras pinceladas de empatia humana e compaixão são suficientes para nos fazer suspeitar de que ela pode ser uma boa pessoa, afinal.

Onde está a reviravolta?
Os Bonecos (Dolls) são programados para misturar identidade e personalidade com um toque de subterfúgio e um traço de demência — mas eles não são os únicos. O personagem de Tahmoh Penikett, o agente do FBI Paul Ballard é obcecado em abrir a Dollhouse, mas ele pode ter mais em comum — e já estar mais perto — dos Bonecos do que ele poderia imaginar.

Cadê o amor?
Echo e Paul serão quentes como fogo, sem dúvida, mas eu prevejo que o Boneco mecânico Topher (pense no personagem de Kevin Rankin em Bionic Woman, mas mais diabólico) e a Boneca novata Sierra (Dichen Lachman) podem acabar se tornando o outro par de opostos que se atraem.

Quem é o Xander?
Se eu tivesse que adivinhar, eu escolheria o personagem Victor (Enver Gjokaj).

O que a atriz que interpreta a Dra Claire Saunders precisa ter?
Cicatrizes faciais visíveis conseqüentes de um ataque de navalha no seu passado ou uma personalidade calma e cooperativa e uma disposição para sentar quietinha em uma cadeira de maquiagem por extensos períodos de tempo todos os dias. Cicatrizes ou não, eu acho que estou vendo Cynthia Watros (a Libby de Lost) ou Kathleen Robertson (a Clare de Barrados no Baile) pegando o papel…

Ouça nosso podcast especial de março, falando sobre Six Feet Under

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